Novas medidas de confinamento: Uma mao cheia de nada.

Com os hospitais em ruptura e os números da pandemia em níveis nunca vistos em Portugal, seria expectável que o conselho de ministros de hoje trouxesse o fim de algumas excepções que permitem a circulação da população, bem como a introdução de novas medidas como por exemplo o encerramento das escolas por um determinado período de tempo.

Mas afinal nada disto aconteceu e o que tivemos hoje foi uma mao cheia de nada…

Esta é uma altura em que precisamos de um governo com a coragem necessária para tomar as medidas que se impõem para que estes números mortais da pandemia sejam travados.

Fica a pergunta: Quando?

Filipe Froes, pneumologista e coordenador do Gabinete de Crise da Ordem dos Médicos, considera que Portugal está “em rutura” e o que se está neste momento a fazer é “adiar o caos”.

O médico pneumologista diz que o confinamento geral era “essencial”, explicando que um dos objetivos é “evitar a rutura digamos assim, o caos, do Serviço Nacional de Saúde”.

No entanto, acredita que este confinamento ainda é “incompleto e parcial”, porque “está associado às desvantagens de ter um confinamento sem ter as vantagens”.

O coordenador do Gabinete de Crise da Ordem dos Médicos considera “imperioso (…) maximizar a sua [do confinamento] efetividade” e por isso acha “necessário rever com urgência a manutenção da abertura de todo o ensino escolar e universitário”.

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