Zero saudades da transfobia de José António Saraiva

Um vintém será sempre um vintém e um cretino será sempre um cretino.

esQrever

“Imagine-se um grupo de amigos, homens, em que um deles se torna de repente mulher. Como reagirão os outros? E como serão as relações amorosas das pessoas que mudam de sexo? Algum homem se sentirá confortável a dormir com uma mulher que sabe já ter sido homem?”

Foi com esta verborreia inenarrável e de arregalar os olhos que José António Saraiva iniciou mais um artigo de opinião no jornal Sol. O artigo, de nome “Tô xim?”, tem como objetivo único o ataque a um ato de coragem: o de Maria João Vaz, conhecida até há poucas semanas como “o ator” que nos brindou com o anúncio da Telecel “Tou xim, é p’ra mim!” e que este ano partilhou publicamente a sua fantástica história de vida: a vida de uma mulher trans que se libertou das amarras do medo de ter de conviver lado a lado com pessoas hediondas como este…

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