MULHER, CIGANA E JUIZA

Incentivada pelos pais a tirar um curso superior, Ana diz que foi vítima de preconceito pela própria etnia: “A evolução tem de começar por dentro”

Ana Faneca, 24 anos, está a terminar o mestrado em Direito Geral, na Universidade Católica do Porto, e quer ingressar no Centro de Estudos Judiciários para ser juíza. Uma ambição igual à de qualquer outro jovem, mas pouco comum numa cigana. Incentivada pelos pais a tirar um curso superior, garante só ter sido alvo de preconceito por parte de pessoas da etnia, apesar de cumprir as tradições da comunidade.

Fonte: JN

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