E se muda quem reparte, quem fica com a pior parte?

Daniel Oliveira no Expresso:

Do que se conhece das condições postas, Bloco e PCP estarão a negociar a reposição de rendimentos direitos e indiretos (apoios sociais, reformas e salários) e a reversão de leis laborais, onde se inclui a contratação coletiva. Ou seja, a entrada destes partidos na equação governativa não muda apenas o cenário político-partidário, acabando com um tabu de 40 anos e permitindo que o PS deixe de estar refém da direita. Pode mudar a distribuição de sacrifícios. Não espanta o enorme empenho que o poder económico – que tem sempre mensageiros – está a pôr em tudo isto. Não é, como os próprios confessam, a ilegitimidade que os apoquenta. São as consequências que esta mudança pode trazer na distribuição da factura da crise

Pode ler o artigo na integra aqui

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